Sunday, December 12, 2010
saúde! amém!
"Não sabemos ainda, Inês... não sabemos ainda..." foi a resposta que ele me deu, quando eu perguntei sobre a possível configuração do ministério, caso as coisas não saiam como a gente gostaria muito que saísse...
e viva 2010... o ano que insiste em não acabar... mas que já deu... já deu né!
Ave canseira... ave esperança!
Thursday, December 02, 2010
do pitaco cabuloso e outras elucubrações futebolísticas...
Então, bora rezar pra Santa Esmeraldinha, protetora dos verdinhos-nossos -amigos-nossos colegas.... JOGAI POR NÓS !!!! SANTA ESMERALDINHA!
Sunday, November 28, 2010
jabuti awards...
Lendo aqui um bocado de coisas sobre a polêmica do "Prêmio Jabuti 2010"...
O cara dizendo que o literário Jabuti virou concurso de beleza e Chico Buarque dizendo que não vai devolver o prêmio de jeito nenhum...huhauaaaaaaaaaaaaa
PUTZ, e eu nem li o "LEITE DERRAMADO" ainda!
Pois é, isso tudo é porque esse povo todo não conhece o "Jabuti Zarôlho" que por acaso, esse ano quem ganhou fui eu, hehehehe. É o seguinte, você mesmo se premia, não ganha cashcalho nenhum, mas também a crítica não desembesta em ser contra. Pelo contrário, se alguém falar mal, você chama sua turma de leitores pra contestar, que consiste basicamente dos seus sobrinhos queridíssimos e suspeitíssimos, suas irmãs que adoram acompanhar tudo que você escreve (mais suspeitas ainda), aqueles poucos amigos "sinceros", elegantes y muy chegados que jamais lhe diriam a verdade se seu texto estivesse uma bosta, e mais uns três ou quatro que acham bacana e engraçadinho... e aí pronto! o Prêmio está no papo, e você está livre de qualquer indigestão ou dor de cabeça midiáticas pós premiação. Esse pessoal não aprende! tenho dito!
Thursday, November 25, 2010
no reino do esquisito...
mas cadê... nem inspiração e nem coragem... será que o ano já fechou, e eu ainda estou como um zumbi, indo do nada em direção a coisa nenhuma, gente!
No reino do esquisito... hoje eu estou com a macaca!
Sunday, November 14, 2010
a volta do post do pitaco futebolístico cabuloso...
Que é pior do que sutiã apertado em dia de calor...
Pior do que sapato de bico fino no final de um dia inteiro calçada com ele...
Pior do que a mais profunda das nossas celulites...
Pior do que manicure tiradeira de bife...
Pior do que a invenção da calça saruel...
Pior do que perder as melhores peças da liquidação da sua loja preferida...
É um camarada que é balôfo, que joga no time adversário e que nem deveria estar jogando mais, (sabemos que ele já jogou muito bem, reconhecemos) porque além de balôfo o joelho dele é bichado desde muito tempo já....arrgghhhh, que raiva! pois é, continuando... o cara quando é balôfo e tem o joelho podre não dá conta de dividir bola alta, ai o que acontece... ele se esborracha sozinho no chão quando tenta fazer isso, aí o juiz ladrão dá pênalti pro adversário nos ultimos minutos do segundo tempo, gente! é inacreditável isso....affff e tome injustiça , né não!
Saturday, November 13, 2010
Em MAIAME só tem brasileiro...
Thursday, November 04, 2010
férias...uai!
De férias... na maior vagabundagem, hehe, numa preguiça doida... não quero sair nem para fazer as unhas... mas testando todo o meu imenso talento gastronômico, ui! e nem preciso me preocupar com a crítica, hehehe...
E já convidei para o chá das cinco...
Billie, Etta, Nina, Sarah e Barbra.............. afff!
Thursday, October 28, 2010
inferno astral II...
e para não faltar poesia, como eu diria?
a poetiza Alice Ruiz é quem diz: " nossa Senhora da Flor Roxa... ROSAI por nós!"
Wednesday, October 27, 2010
da série... inferno astral
e os maus tratos vem muitas vezes tão disfarçados que sequer os outros homens o percebem. Veja, fizeram uma "brincadeira" de muito mal gosto às moças gordinhas na universidade, obrigando o ministério público a intervir, como se aquilo não passasse de pura diversão, apoiada por todos. O outro, safado, coloca a mulher, que sempre foi dona de casa, nunca extrapolou este pequeno universo que sempre foi o único que ela teve, também pudera, com um marido podre daqueles, pra concorrer no lugar dele nas eleições e se expor com toda a sua ignorância e simplicidade para todas as pessoas a crucificarem de uma forma cruel, já que ela é mulher+ignorante+burra+idiota por viver com um cara daqueles... quem tinha que ser esculachado e ser humilhado em praça pública era ele, não ela! e tem mais... outro dia num bar, dois malandrões, um já idoso até, e o outro, que era filho dele, também pudera o exemplo, assediavam a garçonete negra e simples, que não devia ter mais do que 20 anos, toda vez que ela vinha servi-los. A moça ali, no seu ganha pão, e os dois sórdidos a desrespeitando como se ela fosse a coisa mais sem valor desse mundo. Pois é, a lei Maria da Penha deveria prever penas para este tipo de homem que acha que é a coisa mais simples do mundo o descaso, o desrespeito, a intolerância e outras fontes de violência disfarçadas de normalidade e cultura masculinas. Deus nos proteja desses tipos, senão estaremos fadadas ao fracasso como almas serenas e suaves...
Saturday, October 23, 2010
da série OPCV...

Saturday, October 16, 2010
EXTRA! EXTRA!!
foto... Mikhail Baryshnikov, ainda jovem, exercitando-se na barra... coisa pouca .. heheSunday, October 10, 2010
voltando ao blog de sempre...
O TREM AZUL ganhou ontem (eita raposinha linda de mamãe!)
e amanhã é feriado, vou dormir até minha cama me expulsar dela mesma! hehehe
Monday, September 20, 2010
Capítulo VINTE E SEIS...Ultimo capítulo...
Talvez não ser,
E desde então, sou porque tu és
Pablo Neruda
Friday, September 17, 2010
Capítulo VINTE E CINCO...
Eu queria ser
Um tipo de amor
Pechincha de amor
Vem cá, meu amor
Mas levo esse amor
Que enfim, nosso amor
Dum tipo que tem
Eu queria ser
Um tipo de amor
Tuesday, September 14, 2010
Capítulo VINTE E QUATRO...
Saturday, September 11, 2010
Capítulo VINTE E TRÊS...
Wednesday, September 08, 2010
Capítulo VINTE E DOIS...
Friday, September 03, 2010
Capítulo VINTE E UM...
Capítulo VINTE...
Wednesday, September 01, 2010
Capítulo DEZENOVE...
Sunday, August 29, 2010
Segunda parte... Capítulo DEZOITO...
Saturday, August 28, 2010
Capítulo DEZESSETE...
Friday, August 27, 2010
Capítulo DEZESSEIS...
Este é um poema de amor
tão meigo, tão terno, tão teu...
É uma oferenda aos teus momentos
de luta e de brisa e de céu...
E eu,
quero te servir a poesia
numa concha azul do mar
ou numa cesta de flores do campo.
Talvez tu possas entender o meu amor.
Mas se isso não acontecer,
não importa.
Já está declarado e estampado
nas linhas e entrelinhas
deste pequeno poema,
o verso;
te deixará pasmo, surpreso, perplexo...
eu te amo, perdoa-me, eu te amo!!!
Cora Coralina 
Saturday, August 21, 2010
Capítulo QUINZE...
Continua... no próximo capítulo!
Friday, August 20, 2010
Capítulo QUATORZE...
Tuesday, August 17, 2010
Capítulo TREZE...
Sunday, August 15, 2010
Capítulo DOZE...
Thursday, August 12, 2010
Capítulo ONZE...
" é porque estamos com alguns pacientes cardíacos e hipertensos que não podem ser anestesiados com vasoconstritor" ela respondeu.
" Ah é? e quem são?" perguntou o prefeito, já que conhecia até quem ainda estava por nascer.
"Olha prefeito, tem o Seu Zé Mundin, a dona Nena do Tião, a esposa do João das abelhas, e também o seu Nico leiteiro e a Solange do salão", ela disse. E o prefeito tratou logo de fazer piada, pois eram todos adversários politicos:
"Ah, mas esses aí você não precisa anestesiar não, viu? hehehe".
Ela aprenderia ali coisas práticas da vida e do serviço público, que curso nenhum poderia oferecer. Aprenderia a mensurar o peso e o valor que pode ter uma circunstância, e a compreender um pouco mais sobre as motivações humanas que fazem girar o mundo. No primeiro dia de trabalho foi acolhida por um colega de profissão que se tornou depois seu grande amigo. João Felício era um desses seres que todos gostariam de ter como irmão. Tinha um altruísmo contagiante e uma humildade infinita. Tinha um problema: não sabia dizer não a ninguém, e às vezes se atrapalhava com isso. Vinha todos os dias de Mangaí para trabalhar e voltava à tardinha no ônibus da prefeitura que levava os estudantes que faziam curso superior por lá. Era um pai dedicado e ótimo conselheiro. Sabia absolutamente tudo sobre política e atualidades. Sua memória era a de um elefante, e só saía do sério quando o seu time do coração, o Cruzeiro, perdia o jogo. Tirava as mãos da boca do paciente para gesticular indignado: "mas você viu, né fulano? aquele jogador lá, que o técnico colocou não era pra ter colocado não, aquele cara não vale uma guimba de Derby..." . Ela adorava aquele amigo. A vida tinha dado uma guinada tão brusca que ela não teve muito tempo para pensar se Alan sentia ou não a sua falta. Um mês depois, foi o aniversário dele, e quando ela telefonou, o encontrou meio tristinho. Ele falava de um jeito que ela só pôde interpretar como a voz de alguém que sentia imensa saudade. A conversa foi longa, ela tinha coisas inusitadas e engraçadas a contar. Na despedida ele disse a ela que no mês seguinte estaria de férias e que queria ir ao seu encontro em Mangaí. Ela sentiu aquele soprinho de ar que se sente quando o peito fica leve de feliz, e por incrível que pareceu, aquele mês passou mais rápido para ela do que todos os outros...
Continua... no próximo Capítulo!
Wednesday, August 11, 2010
Capítulo DEZ...
Continua... no próximo Capítulo!
Tuesday, August 10, 2010
Capítulo NOVE...
Continua... no próximo Capitulo
Thursday, August 05, 2010
Capitulo OITO...
Continua... no próximo Capítulo!
Monday, August 02, 2010
Capítulo SETE...
Continua... no próximo Capítulo!
Saturday, July 31, 2010
Capítulo SEIS...
Friday, July 30, 2010
Capítulo CINCO...
Continua... no próximo Capítulo!
Thursday, July 29, 2010
Capítulo QUATRO...
Capítulo TRÊS...
Continua.... no próximo capítulo!
Monday, July 26, 2010
Capítulo DOIS... dez anos antes
Muitos anos antes, havia consultado uma taróloga, recém-chegada na cidade, assim como ela. Ela tinha se mudado para uma terra bem longe no mapa. Um lugar lindo, bem propício para os que procuravam alguma coisa e não sabiam bem o quê. "Eu vejo um rapaz... ", dizia o tarô. Um discurso bem comum, para uma consulta com as cartas, a única coisa diferente era a paisagem, onde a moça vidente se inseria. Aquela cidade linda, onde fora depositar seus desejos e tentar um pouco mais de sorte, incentivada pela irmã, com quem tinha um laço fraterno fortíssimo. Era um lugar lindo, onde ela iria conhecer pessoas, trabalhar, e viver por lá, com direito a muito sol e mar e um pouquinho de desconfiança no futuro... Naquele dia ia ter lual na praia, os amigos da capoeira estariam lá, e a diversão portanto estava garantida, mesmo que as cartas do tarô nada dissessem sobre um futuro imediato regado a "meias-luas" ou maculelês cheios de ginga. Ainda naquele dia, quando chegou em casa, deparou-se com um pacote do correio sobre a cama. Era um CD que sua banda de Acid Jazz londrina favorita acabara de lançar, com um bilhete da pessoa que ela havia deixado para trás, quando se mudou, pedindo que voltasse. O CD foi logo colocado em volume alto pra ouvir, e ela o ouviu pelas duas semanas seguintes sem trégua, enquanto o bilhete permaneceu sem resposta, até que um belo dia ele sumiu... porque não havia mesmo o que responder...
Sunday, July 25, 2010
música no metrô...
De resto, continuarei versando sobre o ser humano e suas causas... que, por mais que se tente, nunca haverão de ser todas muito bem resolvidas...
E inspirada por uma das melhores romancistas que conheci nos ultimos tempos (Lionel Shriver), resolvo começar:
Capítulo UM
Aquela sexta-feira, ao invés de representar um marco de sossêgo na semana ultra- agitada, foi para ela, o dia em que decidiu que estaria total e completamente enganada sobre os seus mais valiosos e secretos sentimentos. Chegou em casa absolutamente triste, o marido já estava lá. Não o encarou, pelo contrário, tratou logo de dar-lhe as costas para fechar a porta, demorando-se mais do que o de costume, com as duas voltas da chave. Ele, que pelo tempo juntos e não por ter uma sensibilidade poética, percebeu alguma coisa de frustração no ar, foi logo perguntando: "o que foi? o que há com você? porque está tão "machucada" assim?" Ela, já deixando bolsa, óculos e casaco pelo caminho em direção ao quarto para emitir sinais de naturalidade, respondeu que não era nada, ao mesmo tempo em que respondia para si mesma, ainda com a música do Caetano na cabeça: "não foi nada, foi só a onda do mar do amor, que bateu em mim"...
continua...no próximo capítulo!