ah! vamos lá... este pode ser o ultimo post do ano.
Já disse tudo, ou quase tudo, nesta janela que é aberta,
e "quase" sempre deixa passar um pouco mais do que o meu pensamento pode consentir...
Embora tenha faltado (ou não faltou?) o registro, o ano foi simples.
Pequenas doses de alegria, pequenos gestos, pequenas surpresas, num
balanço positivo, já que sempre constará, no meio de tudo, as velhas e pequenas frustrações.
Ah! vamos lá... para o ano, desejo que o abandono, o desleixo e a hipocrisia não existam, que os ipês não me faltem, que meus escritores prediletos me façam comprar muitos livros, e que minha glicemia se mantenha estável, assim como meu coração...
"A chuva já passou por aqui, eu mesma que cuidei de secar..."
(por Marcelo Camelo in Santa Chuva)
E para todo mundo, desejo POESIA!!!!!!!
VALEU????!!!!
eu vou pra Maracangalha...eu vou....
e já volto!
Wednesday, December 17, 2008
Sunday, December 14, 2008
mais papai noel...
Fim de ano, todo dia tem uma festa e as gavetas abarrotadas de coisas velhas, papel, etc, esperando para serem arrumadas e liberadas para, no ano novo, se encherem novamente...
Fim de ano, e todo mundo começa a comprar desesperadamente, não há vagas no estacionamento, nem aquelas reservadas, tá todo mundo lá dentro comprando, será?
Fim de ano, e começo a tecer meus dilemas filosóficos, pensar que estou muito velha para ter um cabelo tão comprido, usar vestidinhos tão muderninhos e sandália melissa... será?
Fim de ano, um monte de luzinhas por todos os lados, uma constatação de que a vida é isso mesmo e de que se tivesse sido diferente, onde estaria eu agora?.... ai, Jesus!
Fim de ano, não terminei os livros que queria, não concluí o projeto que deveria e não consegui falar com a pessoa que eu tanto gostaria...
Fim de ano e eu prometo que não prometerei o que sei que não vou cumprir mesmo, não me desesperarei com o que for difícil de contornar e nem me encantarei com o que não for possível, como se isso fosse possível... hehe
Dá um abraço aqui, vai!
Fim de ano, e todo mundo começa a comprar desesperadamente, não há vagas no estacionamento, nem aquelas reservadas, tá todo mundo lá dentro comprando, será?
Fim de ano, e começo a tecer meus dilemas filosóficos, pensar que estou muito velha para ter um cabelo tão comprido, usar vestidinhos tão muderninhos e sandália melissa... será?
Fim de ano, um monte de luzinhas por todos os lados, uma constatação de que a vida é isso mesmo e de que se tivesse sido diferente, onde estaria eu agora?.... ai, Jesus!
Fim de ano, não terminei os livros que queria, não concluí o projeto que deveria e não consegui falar com a pessoa que eu tanto gostaria...
Fim de ano e eu prometo que não prometerei o que sei que não vou cumprir mesmo, não me desesperarei com o que for difícil de contornar e nem me encantarei com o que não for possível, como se isso fosse possível... hehe
Dá um abraço aqui, vai!
Sunday, December 07, 2008
papai noel...
Eu e minha colega conversando sobre coisas da infância, entre pilhas de manuais e cartilhas sobre o controle da dengue a serem despachados para umas mais de mil operadoras de saúde neste imenso e desigual, mas lindo País...convenhamos.
"Eu guardei as minhas barbies numa caixa de sapatos e as tenho até hoje." Ela é da geração Barbie e eu, da Susi.
Que coisa legal, gente! quando ela tiver uma filha e a caixa ainda estiver lá, já pensou?
Eu fui contar pra ela de uma infância no interior, em que as casas ficavam todas do mesmo lado da rua, assim coladas umas nas outras e os quintais quase se confundiam de tão enormes.
Silvinho era um menino ( o único em toda a vizinhança) que tinha acesso fácil aos brinquedos ultra-modernos da estrela, aqueles que funcionavam à pilha... o pai era advogado na cidade, e nas datas especiais Silvinho tinha sempre um brinquedo novo pra mostrar. A meninada ia na casa dele, ele lia as regras, ensinava todo mundo a brincar e não sabia perder de jeito nenhum, quando o assunto era de disputa. Depois guardava na caixa chick que só ele tinha, não sem antes organizar e limpar tudo. Fora isso, a brincadeira era a vida (virtual) porque nem me lembro disso na mercearia do Pedrão, da pêra-uva ou maçã, e, é claro, das goiabas... E de repente, quando escurecia, porque era a melhor hora ...um, dois, três....fulano tá salvo!
Quem é que nunca brincou disso daí??? valha me Deus! se não brincou, não teve infância.
Peçamos ao Papai Noel, portanto, uma maturidade tranquila e a capacidade de nunca esquecer...
Wednesday, December 03, 2008
gérberas...
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